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Mostrando postagens de Janeiro, 2012

Carnaval 2012 tem você junto com a Elos e a Escola de Samba Bola Preta

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Neste carnaval 2012, a Elos resolveu fazer algo de diferente! :)  Convidamos você para participar de uma ala inteira contra a homofobia que irá desfilar no Ceilanbodromo neste carnaval.  A fantasia da nossa ala será a  "cortesã". O tema deste ano da Escola será: China Rompendo a muralha e abraçando o mundo com a Huawei.


O transporte até o local do desfile e o lanche ficam por nossa conta!


Quer participar dos ensaios da Bola Preta, acontece todos os domingos, a apartir das 15h, no estacionamento do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho DF.

Então, vai participar com a gente? É Fácil é só mandar nome e telefone para o e-mail  carlaaio@hotmail.com

Travestis e transexuais que fizeram e fazem história no Brasil

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Estigmatizadas e alvo de preconceito, as travestis e transexuais do Brasil ganharam há nove anos um dia especial. O “Dia da Visibilidade Trans” visa mostrar que elas estão inseridas na sociedade, acabar com o estigma da chacota e dizer que, sim, merecem respeito.  


Na mídia, muitas trans estiveram presentes na arte, também conquistaram pela beleza e movimentaram os debates nos lares brasileiros. Na década de 60, uma dançarina transexual, vinda da França, foi o primeiro “frisson trans” no Brasil.
Chamada Coccinelle (1931-2006), a artista que possuía um quê de Marylin Monroe desembarcou no Rio de Janeiro em 1962. Muito sensual, provocou a curiosidade de muitos brasileiros, que não entendiam muito bem o que ela representava. 
Tanto que foi preciso chamar o corpo de bombeiros para tirá-la de uma loja onde fazia compras. Preconceito? Que nada, todos queriam admirá-la de perto e desvendar seus segredos. Foi estrela de vários filmes, peças de teatro e foi a primeira – e única – transexual a t…

VISIBILIDADE TRANSGÊNERO NO BRASIL

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Em 29 de janeiro é comemorado em todo o Brasil o Dia da Visibilidade de Travestis e Transexuais, reconhecido por organizações sociais e representações do governo federal, como o Ministério da Saúde — que em 2004 lançou a campanha nacional Travesti e Respeito, a fim de promover o respeito à sua condição.     

Apesar de haver pessoas transexuais nos diferentes espaços sociais, políticos, técnicos ou acadêmicos, a sua visibilidade, nos meios de comunicação em particular, é concentrada no aspecto marginal ou criminal, e pouco no cotidiano e demandas.   

Pessoas transgênero (travestis ou transexuais) que buscam legalmente adequar o seu registro civil ao nome e ao gênero com o qual se identificam encontram obstáculos desumanizadores, sendo em geral demandadas, mesmo as que não desejam, a se submeterem a arriscadas cirurgias de redesignição genital para que lhes seja concedido o direito fundamental à identidade. Isso, além de ser uma violência institucional, é uma prática eugenista de esteri…

Irmãs transexuais argentinas abrem churrascaria contra preconceito

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O restaurante das irmãs Carla e Mar Morales, no bairro de Barracas, em Buenos Aires, seria apenas mais um na capital argentina a servir a parrilla, a versão local do churrasco, a não ser por um detalhe incomum: as proprietárias são transexuais e pretendem formar uma equipe formada majoritariamente por transexuais, como forma de ajudá-los contra o preconceito.
Carla, de 31 anos, e Mar, de 26, contaram à BBC Brasil que sentiam dificuldade para encontrar emprego. Além de gerar o próprio trabalho, elas resolveram dar oportunidades para outros transexuais. As duas nasceram na província argentina de Salta, no norte do país, e mudaram-se há poucos anos para Buenos Aires, onde abriram há dois meses o restaurante Transeúntes.“Nós temos aparência feminina, mas quando mostrávamos o documento com nomes de homens, desistiam de nos contratar”, disse Carla. A churrascaria é gerenciada pelas irmãs e possui dois funcionários, como contou Carla, um “transexual masculino e uma heterossexual, que é a cozinh…